Empregada confessa matar patrão por estar ‘descontente’, afirma polícia

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Isabella da Silva Oliveira, uma trabalhadora doméstica de 19 anos, foi detida no domingo, no Rio de Janeiro, como suspeita de assassinar seu empregador, Lilson Braga, de 66 anos. A prisão ocorreu na residência de Isabella, localizada no Recreio dos Bandeirantes (RJ), e ela confessou o crime à polícia. As investigações sobre a morte da vítima demandaram três meses de trabalho por parte das autoridades. Isabella encontra-se sob prisão temporária e pode enfrentar acusações por duplo homicídio.

Fonte: UOL


O assassinato de Lilson Braga chocou o Rio de Janeiro. O corpo do empresário foi encontrado dentro da cisterna de sua casa em Pedra de Guaratiba, mais de 40 dias após o crime. A polícia descobriu que ele foi morto com um tiro no peito enquanto dormia.

Durante as investigações, foram revelados detalhes perturbadores sobre o caso. A suspeita, Isabella da Silva Oliveira, fez diversas buscas na internet antes de cometer o assassinato. Ela procurou informações sobre como atirar com um revólver, incluindo termos como “tiro na posição sentada”, “tiro no peito mata” e “treinando tiro”, conforme apurado pela TV Globo.

Em seu depoimento ao delegado, Isabella admitiu ter matado seu patrão, alegando estar “descontente” com algumas atitudes dele. No entanto, as investigações indicam que o crime foi premeditado e motivado por questões financeiras. O cenário aponta para um homicídio planejado, revelando um lado sombrio dessa tragédia que abalou a comunidade local.

Fonte: UOL

Após intensas investigações, a polícia concluiu que Isabella da Silva Oliveira, além de assassinar Lilson Braga, também se passou por ele para realizar saques com o cartão da vítima. Além disso, as mensagens encontradas no celular de Lilson levaram a polícia a suspeitar que Isabella pode ter contribuído para a morte da mãe do empresário, uma idosa de 91 anos. A cuidadora da idosa foi dispensada pouco antes de seu falecimento, ocorrido seis dias após a morte do filho.

Os investigadores acreditam que Isabella não agiu sozinha e que contou com a ajuda de alguém para ocultar o corpo de Lilson na cisterna. O UOL entrou em contato com a Polícia Civil do Rio de Janeiro em busca de mais informações sobre o caso e tentou contatar a defesa da suspeita, porém, até o momento, o órgão não havia respondido aos questionamentos.

Esses novos desenvolvimentos no caso revelam uma complexidade ainda maior, apontando para possíveis cúmplices e um possível envolvimento de Isabella em mais de um crime. As autoridades continuam trabalhando para esclarecer todos os detalhes desse trágico episódio.