PPPs impulsionariam a transição energética na América Latina, afirma Fórum Econômico Mundial

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A América Latina e o Caribe (ALC) são encorajados a buscar parcerias público-privadas (PPPs) visando aprimorar o acesso ao crédito e impulsionar a transição energética, de acordo com o relatório do Fórum Econômico Mundial (WEF).

O WEF também destaca a importância de aproveitar os recursos naturais da região para impulsionar a inovação e implementar reformas tributárias ambientais.

“A América Latina é produtora de vários minerais essenciais para tecnologias de energia limpa e pode aproveitar seu setor de mineração já estabelecido para diversificar em novos minerais”, afirma o relatório.

Fonte: UOL

Essas ações propostas coincidem com o lançamento do Índice de Transição Energética (ETI) do WEF, que revelou que a região teve avanços mais lentos na última década, de acordo com as pontuações do ETI.

O relatório enfatiza a importância de investimentos estratégicos, políticas públicas favoráveis e parcerias entre o setor público e privado para acelerar a transição energética na América Latina e no Caribe.

Fonte: IT Forum

De acordo com o relatório do Fórum Econômico Mundial (WEF), a América Latina e o Caribe (ALC) se destacam na dimensão sustentável devido ao uso intensivo de energia hidrelétrica. No entanto, as pontuações de investimento em energias renováveis na região diminuíram surpreendentemente em 65% ao longo de 10 anos.

Entre os 120 países listados no índice, o Brasil, o Uruguai e a Costa Rica ocupam as melhores posições na ALC, ficando em 14º, 23º e 25º lugar, respectivamente. Por outro lado, Venezuela, Nicarágua e Jamaica aparecem nas posições mais baixas, ocupando o 103º, 114º e 115º lugar, respectivamente.

No caso do Brasil, que é destacado pelo relatório como um país com uma transição energética robusta, o WEF destaca a alta participação de energias renováveis em seu mix energético, com 80% da eletricidade proveniente de grandes hidrelétricas.